Para quem toca uma pequena empresa, o plano de saúde empresarial é uma decisão que mistura gente e números. De um lado, ele protege o time e ajuda a reter bons profissionais. Do outro, é uma despesa recorrente que precisa caber no caixa mês após mês.
Quando a margem aperta, surge o dilema: como fazer redução de custo sem “desmontar” o benefício e virar refém de reclamações internas?
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Neste guia, você vai entender o que é e como funciona o plano de saúde empresarial, como interpretar planos de saúde tabela de preços, comparar convenio medico preços e cotar plano de saúde com critério.
Mais importante: você vai ver como o custo real é decidido no pós-venda — com administração da carteira ativa, controle de inclusão e exclusão, segunda via de boleto, conciliação de cobrança e acompanhamento de sinistralidade. O objetivo aqui é simples: ajudar você a ter um plano sustentável, com previsibilidade e bom atendimento.
O que é Plano de Saúde Empresarial
O plano de saúde empresarial é um contrato de assistência médica firmado por uma empresa (via CNPJ) para atender colaboradores, sócios e, conforme regras do produto, dependentes. Ele faz parte do universo dos planos coletivos: a operadora analisa o grupo e define preços com base no conjunto (idade, região, número de vidas e desenho de cobertura).
Para pequenas empresas, a modalidade mais comum é a PME, geralmente a partir de duas vidas. O apelo do plano de saúde empresarial está no custo-benefício: em muitos casos, os valores de plano saúde por pessoa ficam mais competitivos do que alternativas individuais, especialmente quando o empresário escolhe uma rede alinhada ao perfil do time e adota regras de uso inteligentes.
O ponto que muita gente subestima é a previsibilidade. Um plano de saúde empresarial bem desenhado cria um “custo controlado” para um risco que, sem planejamento, vira gasto alto e imprevisível. Em empresas pequenas, onde cada afastamento pesa no resultado, esse efeito é visível na operação e no faturamento.
Resposta direta: se você tem CNPJ e quer equilibrar proteção do time com controle de caixa, o plano de saúde empresarial é, na prática, uma das formas mais eficientes de oferecer assistência médica de qualidade sem depender de soluções improvisadas.
Como Funciona o Plano de Saúde Empresarial

O plano de saúde empresarial funciona como um ciclo: contratação, implantação, rotina de administração e revisão anual. A contratação em si pode ser rápida. O que define se o benefício vai “caber” no seu orçamento por anos é a gestão de carteira e o acompanhamento de uso.
1) Desenho do plano: o que você define antes de olhar preço
Antes de comparar convenio medico preços, defina o desenho do benefício. Três escolhas mudam o custo de maneira decisiva: abrangência (regional ou nacional), acomodação (enfermaria ou apartamento) e coparticipação (com ou sem cobrança por utilização).
2) Cotação: como a operadora chega nos valores de plano saúde
Para cotar plano de saúde, as operadoras geralmente pedem: CEP, número de vidas, idades e composição (titulares e dependentes). Esses dados definem a tabela aplicável e os valores de plano saúde por faixa etária no seu plano de saúde empresarial.
3) Implantação: documentos, vigência e início de uso
Após o aceite, começa a implantação: envio de documentação, assinatura e liberação do benefício. Aqui entram regras que, para pequenas empresas, são críticas: prazos de movimentação (inclusão e exclusão), datas de corte, emissão de carteirinhas, cobrança e controle de vencimentos.
4) Pós-venda: carteira ativa e sinistralidade definem o custo real
O pós-venda do plano de saúde empresarial é onde a maioria das economias aparece. É nele que você evita pagar por vidas indevidas, organiza segunda via de boleto e confere faturamento. Também é nele que você acompanha sinistralidade — a relação entre custo assistencial e prêmio pago — que costuma influenciar o reajuste do contrato.
5) Revisão anual: o momento de reequilibrar custo e cobertura
No aniversário do contrato, o empresário precisa revisar o que funciona e o que pesa: rede ainda atende? coparticipação está equilibrada? houve mudança no perfil do time? o uso subiu? Essa revisão é o que transforma um plano de saúde empresarial em algo sustentável, e não em uma bomba-relógio de reajuste.
Tabela de preços Plano de Saúde Empresarial: Como estimar o custo
Quando o assunto é orçamento, a dúvida é objetiva: quanto custa um plano de saúde empresarial para a minha empresa? A resposta começa na planos de saúde tabela de preços por faixa etária. Só que a tabela é um mapa — não uma sentença. Ela ajuda a estimar custo mensal e a comparar propostas equivalentes, desde que você use a régua certa.
O que a tabela mostra (e o que ela não mostra)
Em geral, a tabela apresenta faixas etárias nas linhas e linhas de produto nas colunas. As colunas mudam por rede, abrangência e serviços. Siglas comuns: Enf (enfermaria) e Apto (apartamento). Para o empresário, o ponto é simples: rede é o produto. Um “preço bom” sem rede bem definida vira frustração na primeira necessidade.
A tabela não mostra, por exemplo, qualidade de atendimento, tempo de marcação, facilidade de autorização e eficiência do pós-venda. Por isso, ao comparar convenio medico preços, você deve olhar tabela e experiência ao mesmo tempo.
Como transformar a tabela em custo do seu negócio
Passo a passo prático: liste as idades de todos os beneficiários, encaixe cada pessoa na faixa correspondente, aplique o valor da coluna escolhida e some. Depois, ajuste pelo seu modelo de subsídio (empresa paga tudo ou divide com o colaborador) e inclua dependentes.
Exemplo rápido: se você tem 8 vidas e escolhe “Ideal Enf”, o custo mensal é a soma das oito faixas. Esse método evita erros típicos, como comparar propostas apenas pela “média” sem considerar que o seu grupo pode ter mais pessoas em faixas etárias altas.
Tabela 1: exemplo referencial de planos de saúde tabela de preços (PME 2 a 29 vidas)
Exemplo referencial de mercado (valor por vida/mês) para plano de saúde empresarial em PME. Use para comparação e planejamento; o valor final varia por região, rede e perfil do grupo.
| Idade | Efetivo Enf | Efetivo Apto | Nac. Flex Enf | Nac. Flex Apto | Ideal Enf | Ideal Apto | Saúde + Enf | Saúde + Apto | Nac. II Enf |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 00 a 18 | 395,80 | 428,10 | 494,75 | 506,20 | 500,10 | 512,30 | 488,90 | 500,80 | 590,40 |
| 19 a 23 | 459,13 | 496,60 | 573,91 | 587,19 | 580,12 | 594,27 | 567,12 | 580,93 | 684,86 |
| 24 a 28 | 550,16 | 595,06 | 687,70 | 703,62 | 695,14 | 712,10 | 679,57 | 696,11 | 820,66 |
| 29 a 33 | 641,20 | 693,52 | 801,50 | 820,04 | 810,16 | 829,93 | 792,02 | 811,30 | 956,45 |
| 34 a 38 | 736,19 | 796,27 | 920,24 | 941,53 | 930,19 | 952,88 | 909,35 | 931,49 | 1.098,14 |
| 39 a 43 | 759,92 | 821,95 | 949,93 | 971,91 | 960,19 | 983,61 | 938,69 | 961,52 | 1.133,57 |
| 44 a 48 | 930,13 | 1.006,04 | 1.162,66 | 1.189,55 | 1.175,24 | 1.203,90 | 1.148,92 | 1.176,86 | 1.387,44 |
| 49 a 53 | 1.068,66 | 1.155,87 | 1.335,82 | 1.366,71 | 1.350,27 | 1.383,19 | 1.320,03 | 1.352,12 | 1.594,08 |
| 54 a 58 | 1.306,14 | 1.412,73 | 1.632,68 | 1.670,46 | 1.650,33 | 1.690,59 | 1.613,37 | 1.652,64 | 1.948,32 |
| 59 ou + | 2.295,64 | 2.483,00 | 2.869,55 | 2.935,96 | 2.900,58 | 2.971,34 | 2.835,62 | 2.904,64 | 3.424,32 |
Como interpretar para reduzir custo: primeiro escolha uma coluna base (por exemplo, “Ideal Enf”). Depois compare o degrau anterior e o degrau seguinte. Se a economia do degrau anterior for alta e a rede continuar atendendo o essencial, você encontrou um caminho de redução de custo sem cortar o benefício “na carne”.
Quando o volume vira vantagem: efeito de escala no Plano de Saúde Empresarial
Em grupos maiores, o plano de saúde empresarial tende a ganhar competitividade. Você dilui risco, melhora estabilidade e, muitas vezes, melhora condição comercial. Para o empresário, isso significa pensar no plano como parte do crescimento: o desenho de hoje precisa fazer sentido para o tamanho que você quer ter amanhã.
Tabela 2: exemplo referencial de planos de saúde tabela de preços (PME 30 a 99 vidas)
Exemplo referencial para visualizar o efeito de escala em valores de plano saúde e apoiar comparações de plano de saúde empresarial em grupos maiores.
| Idade | Efetivo Enf | Efetivo Apto | Nac. Flex Enf | Nac. Flex Apto | Ideal Enf | Ideal Apto | Saúde + Enf | Saúde + Apto | Nac. II Enf |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 00 a 18 | 364,14 | 393,85 | 455,17 | 465,70 | 460,09 | 471,32 | 449,79 | 460,74 | 543,17 |
| 19 a 23 | 422,40 | 456,87 | 527,99 | 540,22 | 533,71 | 546,73 | 521,75 | 534,46 | 630,07 |
| 24 a 28 | 506,15 | 547,46 | 632,68 | 647,33 | 639,53 | 655,13 | 625,20 | 640,42 | 755,01 |
| 29 a 33 | 589,90 | 637,04 | 737,38 | 754,44 | 745,35 | 763,54 | 728,66 | 746,40 | 879,94 |
| 34 a 38 | 677,29 | 732,57 | 846,62 | 866,21 | 855,77 | 876,65 | 836,60 | 856,97 | 1.010,29 |
| 39 a 43 | 699,13 | 755,39 | 873,94 | 894,16 | 883,37 | 904,92 | 863,59 | 884,60 | 1.042,88 |
| 44 a 48 | 855,72 | 925,56 | 1.069,65 | 1.094,39 | 1.081,22 | 1.107,59 | 1.057,01 | 1.082,71 | 1.276,44 |
| 49 a 53 | 983,17 | 1.063,40 | 1.228,95 | 1.257,37 | 1.242,25 | 1.272,54 | 1.214,43 | 1.243,95 | 1.466,55 |
| 54 a 58 | 1.201,65 | 1.299,71 | 1.502,07 | 1.536,82 | 1.518,30 | 1.555,34 | 1.484,30 | 1.520,43 | 1.792,45 |
| 59 ou + | 2.112,99 | 2.285,16 | 2.639,99 | 2.701,09 | 2.668,53 | 2.733,63 | 2.608,77 | 2.672,27 | 3.149,57 |
Insight para pequenas empresas em crescimento: se você está próximo de mudar de faixa de vida (por exemplo, chegando em 30 vidas), vale planejar o timing de revisão do plano de saúde empresarial. A troca certa no momento certo costuma melhorar preço e reduzir atrito interno.
Plano de Saúde Empresarial: Redução de custos na prática
Reduzir custo não é sinônimo de “tirar hospital” ou “piorar cobertura”. Em pequenas empresas, a melhor redução costuma vir de ajuste fino: desenho correto, política interna de benefício e controle rígido de cadastro e cobrança. O plano de saúde empresarial fica mais barato quando você elimina desperdício e organiza uso.
1 – Coparticipação como ferramenta de equilíbrio (sem perder rede)
Quando existe baixa utilização, a coparticipação reduz o fixo e deixa o custo variável acompanhar o uso real. Isso é o que muitas empresas chamam de plano de saúde barato com qualidade: não é um plano “fraco”, é um plano bem desenhado.
Boa prática: antes de mudar, avalie como o time usa o plano e como você vai comunicar as regras. O problema não é a coparticipação; o problema é surpresa no contracheque sem explicação.
Tabela 3: exemplo referencial com coparticipação (redução de mensalidade)
Exemplo referencial (valor por vida/mês) para visualizar a queda de mensalidade em um plano de saúde empresarial com coparticipação, mantendo nível semelhante de rede e acomodação.
| Idade | Efetivo Enf | Efetivo Apto | Nac. Flex Enf | Nac. Flex Apto | Ideal Enf | Ideal Apto | Saúde + Enf | Saúde + Apto | Nac. II Enf |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 00 a 18 | 336,43 | 363,89 | 420,54 | 430,27 | 425,09 | 435,46 | 415,57 | 425,68 | 501,84 |
| 19 a 23 | 390,26 | 422,11 | 487,82 | 499,11 | 493,10 | 505,13 | 482,05 | 493,79 | 582,13 |
| 24 a 28 | 467,64 | 505,80 | 584,54 | 598,08 | 590,87 | 605,29 | 577,63 | 591,69 | 697,56 |
| 29 a 33 | 545,02 | 589,49 | 681,28 | 697,03 | 688,64 | 705,44 | 673,22 | 689,61 | 812,98 |
| 34 a 38 | 625,76 | 676,83 | 782,20 | 800,30 | 790,66 | 809,95 | 772,95 | 791,76 | 933,42 |
| 39 a 43 | 645,93 | 698,66 | 807,44 | 826,12 | 816,16 | 836,07 | 797,89 | 817,29 | 963,53 |
| 44 a 48 | 790,61 | 855,13 | 988,26 | 1.011,12 | 998,95 | 1.023,32 | 976,58 | 1.000,33 | 1.179,32 |
| 49 a 53 | 908,36 | 982,49 | 1.135,45 | 1.161,71 | 1.147,73 | 1.175,71 | 1.122,03 | 1.149,30 | 1.354,97 |
| 54 a 58 | 1.110,22 | 1.200,82 | 1.387,78 | 1.419,89 | 1.402,78 | 1.436,00 | 1.371,37 | 1.404,74 | 1.656,07 |
| 59 ou + | 1.951,29 | 2.110,55 | 2.439,12 | 2.495,57 | 2.465,49 | 2.525,64 | 2.410,28 | 2.468,94 | 2.910,67 |
Como decidir com calma: se você economiza R$ 2.000 por mês de mensalidade e estima R$ 600 a R$ 900 de coparticipação no mês típico, a redução de custo é efetiva. O ideal é simular em 12 meses e observar a sazonalidade (meses com mais exames, por exemplo).
2 – Rede do tamanho da sua operação (regional forte costuma vencer)
Se o seu time trabalha e vive na mesma região, uma rede regional bem escolhida pode oferecer um plano de saúde empresarial robusto, com valores de plano saúde mais acessíveis. Rede nacional faz sentido quando há viagem, filiais ou necessidade real de atendimento fora.
3 – Acomodação e política interna de upgrade
Uma política inteligente é padronizar enfermaria e permitir upgrade para apartamento com participação do colaborador. Você controla o custo fixo e mantém flexibilidade. Em pequenas empresas, isso evita o “efeito dominó” de upgrade generalizado.
4 – Subsídio e dependentes — onde o orçamento escapa sem perceber
Dependentes aumentam o custo rapidamente, principalmente em faixas etárias mais altas. Uma alternativa de equilíbrio é a empresa subsidiar 100% do titular e definir regras para dependentes (percentual de coparticipação no custo, limites ou subsídio fixo). O importante é que a política seja clara e isonômica.
5 – Revisão de “benefício por cargo” sem criar injustiça
Em alguns casos, faz sentido manter um plano de saúde empresarial padrão para todos e oferecer um plano superior (rede mais ampla ou reembolso) para funções-chave. O erro é fazer isso de forma desorganizada, sem regra. Uma política objetiva evita ruído e facilita expansão futura.
6 – Rotina de prevenção e orientação de uso
Prevenção não é palestra motivacional. É reduzir pronto-socorro desnecessário, organizar consultas de rotina, orientar telemedicina quando disponível e incentivar atenção primária. Isso melhora a experiência do time e ajuda a manter o custo assistencial sob controle.
7 – Corte de desperdício com auditoria mensal de cadastro
Uma das maiores fontes de economia em plano de saúde empresarial é não pagar por quem não deve estar no contrato. A auditoria mensal cruza: vidas ativas na fatura versus folha de pagamento. É aqui que entram exclusões no prazo, correção de duplicidades e validação de dependentes.
8 – Calendário de revisão (não espere o reajuste chegar)
Quem revisa o plano de saúde empresarial apenas quando o reajuste chega está sempre correndo atrás. O empresário que quer redução de custo trabalha com calendário: revisão trimestral de uso, revisão semestral de rede e revisão anual de desenho com antecedência.
Sinistralidade no plano de saúde empresarial: controle e prevenção de reajustes

Sinistralidade é um conceito que assusta porque parece técnico. Mas, na prática, é o indicador que mais ajuda o empresário a entender por que o custo sobe e o que fazer antes de virar “refém” do reajuste.
O que é sinistralidade em linguagem de empresário
Sinistralidade é a relação entre o custo do atendimento (consultas, exames, internações, terapias) e o valor pago de mensalidade no período. Se você paga R$ 240 mil no ano e o custo assistencial apurado fica em R$ 180 mil, a sinistralidade aproximada é 75%.
Resposta direta: sinistralidade alta significa pressão de custo. Sinistralidade equilibrada significa mais previsibilidade e melhor poder de negociação do plano de saúde empresarial.
Frequência x severidade: o que realmente estoura a conta
Para gerir, você precisa separar duas coisas. Frequência é a quantidade de eventos (muitas idas ao pronto-socorro, muitos exames repetidos). Severidade é o tamanho do evento (internações e procedimentos caros). Redução de custo não é “proibir uso”; é orientar frequência e preparar-se para severidade.
Como acompanhar sinistralidade sem ficar dependente de relatórios complexos
Crie uma rotina simples de acompanhamento mensal com três blocos:
- Financeiro:
- Movimentação:
- Uso e eventos:
Isso já permite identificar tendência. Em pequenas empresas, tendência é tudo: você não precisa de número perfeito, precisa de direção.
Sinais de alerta para agir cedo
Alguns sinais aparecem antes do reajuste e indicam necessidade de ação no plano de saúde empresarial:
- pronto-socorro recorrente por sintomas leves;
- uso alto de exames sem acompanhamento clínico;
- procedimentos eletivos concentrados em poucos meses;
- tratamentos contínuos sem orientação de rede e autorização clara;
- reclamações de acesso que levam o colaborador a buscar alternativas mais caras.
Plano de ação quando a sinistralidade sobe
Quando o custo assistencial sobe, o caminho não é “apertar o time”. O caminho é ajustar o sistema:
- Orientar primeiro acesso:
- Mapear crônicos:
- Revisar coparticipação:
- Comunicar regras:
- Rever desenho:
O resultado mais comum é duplo: melhora a experiência do colaborador e melhora a sustentabilidade do plano de saúde empresarial.
Como negociar com base em sinistralidade (na prática)
Negociação eficiente acontece quando você leva fatos: estabilidade do grupo, histórico de movimentação, ações de orientação, e um desenho proposto. Você muda o tom da conversa de “quero desconto” para “quero sustentabilidade”. Isso, normalmente, abre mais portas no plano de saúde empresarial.
Pós-venda e administração da carteira ativa
Se você quer redução de custo no plano de saúde empresarial, olhe com carinho para o pós-venda. O pós-venda é o conjunto de tarefas que mantém o plano “rodando”: inclusão, exclusão, acompanhamento, cobrança, segunda via de boleto, suporte ao time e revisão periódica. É aqui que a empresa evita pagar por erro e evita perder tempo do gestor.
Inclusão e exclusão: rotina que deve ser automática
Inclusões e exclusões são inevitáveis: contratação, demissão, mudança de dependentes, afastamentos. O erro que custa caro é perder a data de corte. Uma carteira ativa bem administrada precisa de um processo padrão:
- checklist de documentos para inclusão;
- prazo máximo interno para enviar movimentação;
- confirmação de execução (não basta “enviar”);
- conferência na fatura do mês seguinte para evitar cobrança indevida.
Acompanhamento do plano ativo: o que monitorar todo mês
O empresário não precisa virar especialista, mas precisa saber o mínimo. No plano de saúde empresarial, monitore mensalmente:
- vidas ativas x folha de pagamento;
- fatura e cobranças adicionais;
- pendências de autorização que travam atendimento;
- eventos relevantes de uso que impactam sinistralidade;
- reclamações recorrentes de rede (um sinal de desenho mal alinhado).
Segunda via de boleto, cobrança e conciliação: onde muita empresa perde dinheiro
Em pequenas empresas, é comum o boleto chegar fora do padrão do financeiro, mudar vencimento, ou acontecer falha de envio. Se isso não for tratado rápido, vira atraso — e atraso pode gerar suspensão e desgaste com o time. Um pós-venda maduro resolve:
- emissão de segunda via de boleto sob demanda;
- controle de vencimentos e pagamentos;
- conciliação mensal (evita pagar em duplicidade ou deixar em aberto);
- suporte com nota fiscal e comprovantes para contabilidade.
Atendimento ao colaborador sem virar “fila na sua sala”
Quando o colaborador não entende rede, autorização ou reembolso, ele procura o gestor. Isso consome tempo e vira ruído. O ideal é que o pós-venda do plano de saúde empresarial absorva essas demandas com canal dedicado, linguagem simples e orientação prática.
Boa prática: criar um “mini manual” interno com: como agendar, como usar pronto atendimento, como solicitar segunda via de carteirinha, o que fazer em urgência e onde encontrar rede. Esse material reduz chamadas e melhora o uso correto do plano.
Como o pós-venda ajuda diretamente na redução de custo
Redução de custo não é só “negociar preço”. O pós-venda reduz custo quando elimina desperdício: vida indevida, dependente fora de regra, cobrança errada, atraso por boleto, e uso desorientado que estoura sinistralidade. É o conjunto dessas pequenas correções que mantém o plano de saúde empresarial sustentável.
Checklist de pós-venda para o empresário cobrar (sem brigar)
- Movimentação:
- Cobrança:
- Sinistralidade:
- Suporte:
- Revisão:plano de saúde empresarial.
Como cotar plano de saúde empresarial com foco em redução de custos
Se você está reavaliando seu contrato atual ou contratando pela primeira vez, a forma de cotar plano de saúde define o resultado. O empresário que pede “o mais barato” recebe uma proposta difícil de comparar. O empresário que define critérios recebe opções com lógica — e consegue enxergar o melhor custo-benefício.
Checklist para cotar com precisão
- CNPJ e endereço (CEP) da empresa.
- Regiões onde os colaboradores moram e trabalham.
- Número de vidas, idades e dependentes.
- Acomodação desejada (Enf ou Apto) e abrangência (regional ou nacional).
- Preferência por coparticipação e perfil de uso do grupo.
- Hospitais e laboratórios mínimos (o que não pode faltar).
Como pedir propostas “comparáveis”
Para comparar convenio medico preços, peça propostas equivalentes: três opções regional enfermaria, ou três opções nacional apartamento. E sempre inclua uma variação com coparticipação. Isso evita o erro clássico de comparar produtos diferentes e concluir que “um é caro” quando, na prática, é outra categoria.
As perguntas que evitam susto no pós-venda
Antes de fechar qualquer plano de saúde empresarial, pergunte:
- Como funciona inclusão e exclusão (prazos, datas de corte e documentos)?
- Como é a cobrança: boleto, vencimento, emissão de segunda via de boleto e nota fiscal?
- Como vocês fazem acompanhamento de sinistralidade e quais relatórios entregam?
- Qual é o critério de reajuste do contrato e como ele se comporta na prática?
- Quais hospitais e laboratórios estão na rede do produto exato cotado?
Exemplo prático: redução de custo sem perder qualidade
Uma empresa com 12 vidas paga R$ 13.800/mês em um plano de saúde empresarial sem coparticipação, com rede ampla e baixa utilização. Ao migrar para o mesmo nível de rede com coparticipação e ajustar a acomodação padrão, o fixo cai para R$ 11.200/mês. A economia anual pode ultrapassar R$ 30 mil, e o custo variável aparece apenas quando há uso real.
Esse tipo de ajuste é típico de gestão madura: não é “cortar”, é redesenhar. E o pós-venda (auditoria de vidas, conciliação de boleto, sinistralidade) garante que o ganho não se perca ao longo do ano.
Jorge Couri Seguros: a melhor parceira para seu plano de saúde empresarial
Na pequena empresa, o grande custo escondido não é só a mensalidade: é o tempo do dono resolvendo problema de plano.
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- Contratação estratégica:
- Redução de custo:
- Administração da carteira ativa:
- Rotina de cobrança:segunda via de boleto, conciliação e organização financeira.
- Acompanhamento de sinistralidade:
- Suporte ao time:
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Perguntas Frequentes
Qual é a melhor estratégia de redução de custo no Plano de Saúde Empresarial?
Normalmente, a melhor estratégia combina coparticipação, rede alinhada ao perfil do time e auditoria mensal de vidas. Um plano de saúde empresarial bem administrado reduz desperdícios sem perder cobertura essencial.
Planos de saúde tabela de preços: como usar para comparar propostas?
Use a planos de saúde tabela de preços para comparar produtos equivalentes (mesma abrangência e acomodação). Depois avalie rede credenciada e regras de pós-venda antes de decidir o plano de saúde empresarial.
O que mais pesa nos valores de plano saúde empresarial?
Faixa etária, número de vidas, abrangência (regional/nacional), acomodação e coparticipação. No plano de saúde empresarial, a sinistralidade pode influenciar o reajuste anual.
Como cotar Plano de Saúde Empresarial para pequena empresa com rapidez?
Tenha CNPJ, CEP, número de vidas e idades, e defina enfermaria ou apartamento. Assim você consegue cotar plano de saúde e comparar convenio medico preços na mesma base.
O que é sinistralidade e como acompanhar no Plano de Saúde Empresarial?
Sinistralidade é a relação entre custo assistencial e mensalidades pagas. Acompanhar sinistralidade ajuda a antecipar reajustes e tomar ações de gestão no plano de saúde empresarial.
O que entra na administração da carteira ativa do plano?
Inclusão e exclusão de vidas, acompanhamento de faturas, suporte ao colaborador, emissão de segunda via de boleto e conciliação de pagamento. Esse pós-venda é o que mantém o plano de saúde empresarial saudável.
Segunda via de boleto influencia o Plano de Saúde Empresarial?
Sim. Falhas de cobrança e atrasos podem suspender o benefício e gerar desgaste. Um bom pós-venda do plano de saúde empresarial resolve segunda via de boleto e controle de vencimento rapidamente.
Plano de saúde barato para empresa existe sem piorar atendimento?
Existe quando “barato” significa custo-benefício: rede regional forte, coparticipação equilibrada e controle de cadastro. Assim você encontra um plano de saúde barato que ainda atende bem no dia a dia.
Posso mudar meu Plano de Saúde Empresarial para reduzir custo?
Sim. É possível redesenhar acomodação, abrangência e coparticipação ou migrar para outra operadora. O ideal é analisar sinistralidade e fazer a troca planejada para manter o plano de saúde empresarial estável.
Qual é o erro mais comum ao comparar convênio médico preços?
Comparar apenas convenio medico preços e ignorar rede, regras de inclusão/exclusão, cobrança e pós-venda. O melhor resultado vem de plano de saúde empresarial bem desenhado e bem administrado.





